sexta-feira, 4 de junho de 2010

O obreiro e a sua cruz (II Timóteo 2:15)



Existem pessoas no seio da Igreja,
que vivem criticando e até mesmo tentando galgar uma posição como a de um
pastor ou de alguém que exerça um cargo ministerial.

É certo que a Santa Bíblia diz que: Quem almeja o episcopado, excelente obra deseja.
Porém, a cruz de um obreiro é deveras pesada...
• O obreiro jamais conseguirá agradar a todos;
• A mesma voz que o exalta de dia, na calada da noite grita: crucifica-o;
• Se o obreiro anda bem arrumado, ele é chamado de vaidoso;
• Se o obreiro anda mal arrumado, ele é chamado de relaxado.
• Se o obreiro está sempre com um sorriso, ele é um bobo;
• Se o obreiro está sempre de cara fechada, ele é orgulhoso;
• Se o obreiro fica no meio do povo, ele é "entrão";
• Se o obreiro fica separado, ele é anti-social;
• Se o obreiro fala bonito, é porque quer se mostrar;
• Se o obreiro erra muito o português, é um analfabeto;
• Se o obreiro prega a Bíblia, ele é muito radical;
• Se o obreiro prega muita teologia, é muito formal;
• Quando ele chega na Igreja para tomar posse ele é o anjo;
• Quando ele sai da Igreja para ir embora, ele é o homem;
• Quando as suas palavras agradam, a mensagem foi de Deus;
• Quando as mensagens corrigem, é porque ele sabia do problema;
• Quando ele é jovem, é muito menino;
• Quando ele é velho, é hora de ir para o asilo;
• Quando ele recebe alguém em comunhão, é um verdadeiro ajudador;
• Quando ele disciplina ou exclui, é um carrasco.
Eis aí alguns motivos pelos quais a cruz do obreiro é pesada.
O obreiro jamais conseguirá agradar a todos, por isto o obreiro deve, em primeira instância, agradar ao seu Deus.

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